quarta-feira, 20 de abril de 2011

Criador do blog História Digital dá dicas de como o professor pode usar o blog como ferramenta de ensino



Dono de um blog de história com mais de 2.500 acessos diários, Michel Goulart, 32 anos, está sempre atrás de maneiras de inovar em sala de aula. Por meio do História Digital, por exemplo, ele estimula a troca de conteúdos e a interação entre alunos e professores e dissemina novas formas de aprender história.

O blog, criado em 2009, surgiu para complementar metodologias que ele utilizava na escola. Hoje, Goulart busca interagir suas ações pedagógicas à página na web. “Os alunos adoram! Creio que essas ferramentas fazem parte do cotidiano deles e, por isso, é excelente a receptividade. Eles dizem que é muito melhor estudar assim”, afirma o professor, que dá aulas nos ensinos fundamental e médio do Colégio Energia.

Além do blog História Digital, Goulart mantém outros sites na rede, sempre com temáticas que podem ser trabalhadas nas aulas de história.

Integração de conteúdos

Além de disponibilizar conteúdos próprios, o professor usa o blog para elencar outras iniciativas que considera relevantes na rede. A ideia é integrar esses conteúdos com a prática docente, transformando o blog em uma extensão do ambiente de aprendizagem escolar. Para criar uma página atraente, ele utiliza ferramentas diversas, como vídeos, podcasts, resumos, apresentações de slides e infográficos, além de outras ferramentas digitais. Na sua maioria, essas ferramentas estão disponíveis na web e são de uso gratuito.



Desafios das TICs em sala de aula

Falta de tempo, conhecimento técnico. De acordo com Goulart, existem várias dificuldades que um professor enfrenta ao incorporar as tecnologias digitais à prática docente. E, assim, as TICs acabam sendo utilizadas para reproduzir velhas metodologias.

Para o professor, não há fórmula pronta para se inovar com TICs na educação, mas nenhum retorno vem sem esforço. Goulart diz que colocou muita energia para a concretização do blog e que o esforço valeu a pena. O caminho que ele pretende seguir agora é estudar como as pessoas aprendem, aprimorando suas atividades docentes. "Todo professor que faz o seu trabalho com empolgação e alegria contagia seus alunos, por isso acredito no que eu faço", coloca.
Vai dizer que não ficou o máximo? ;)

Extraido de História Digital

Veja também!

Para ler outras entrevistas sobre o blog e seu autor, clique aqui
Este artigo pertence ao Prof_Michel. Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Os Parâmetros Curriculares Nacionais e os Temas Transversais

Resumo do Artigo por:PabloSantos Autor : Pablo Silva Machado Bispo dos SantOs Parâmetros Curriculares Nacionais, ou PCNs, são referências para a organização de conteúdos curriculares. Eles se enquadram em uma política de padronização dos currículos locais, sendo estes padronizados em nível nacional. A idéia de montar os PCNs no Brasil se inspira na iniciativa de criação de um currículo nacional na Espanha, no início dos anos de 1990. A idéia foi bem aceita por grande parte da comunidade docente espanhola. Pode-se dizer que a reforma espanhola foi bem sucedida por dois fatores: a grande adesão da comunidade docente à proposta e investimentos substanciais por parte do governo espanhol para a efetivação do projeto. No Brasil, a proposta inicial era a de que fossem ouvidos muitos representantes dos profissionais de ensino, das entidades de classes ligadas à educação e especialistas em currículos. Ao invés disso, o governo FHC submete a proposta inicial de PCNs elaborada por César Coll, Philippe Perrenoud e outros especialistas, a uma comissão nomeada pelo próprio governo, a fim de elaborar a proposta final. A escolha deste grupo é questionável, dado que ele é pouco representativo da sociedade. Após anunciar a publicação dos PCNs, o MEC encaminhou às escolas ‘kits’ contendo o material institucional dos mesmos. Entretanto, sem um treinamento específico, esses ‘kits’ de pouco serviram, e em muitas escolas não tiveram uso algum. O governo FHC apresenta os PCNs no âmbito de seu arsenal de propaganda institucional, sem, no entanto, definir se eles constituem “parâmetros” ou diretrizes para a educação. Até hoje ainda há grande controvérsia acerca dos PCNs e seu papel na realidade concreta das salas de aula, porém há, no plano nacional de educação, a premissa de que até 2006 todas as escolas deverão se enquadrar aos PCNs. Eles ainda apresentam grandes desafios para sua efetivação, que têm sido enfrentados, e às vezes superados, devido a iniciativas voluntárias de alguns docentes. Entretanto, não é razoável que uma política pública dependa dessas ações individuais. A estrutura dos PCNs é pensada de modo a integrar as disciplinas comuns dos níveis de ensino escolares, com uma perspectiva inter disciplinar, na forma de temas transversais que perspassam os conteúdos das disciplinas. No final, essa perspectiva interdisciplinar é complicada, e sem um adequado treinamento docente, na prática se torna inoperante. Os PCNs sugerem que o conhecimento pronto e as etapas exigidas de aprendizado devem dar lugar a ações que levem a criança a buscar seu próprio conhecimento. Para isto a sugestão é o uso dos temas transversais como ética, pluralidade cultural, meio ambiente, saúde, orientação sexual e trabalho e consumo. No que concerne o conteúdo e sua importância, podemos enfatizar: · Orientação Sexual: Devido o crescimento de casos de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada entre jovens, há uma necessidade cada vez maior de trabalho na área de sexualidade nas escolas. · Ciências Naturais: Os conteúdos da proposta são trabalhados por temas, facilitando assim o trabalho interdisciplinar em ciências. Os blocos sugeridos são: ambiente, ser humano e saúde, recursos tecnológicos, terra e universo. · Meio Ambiente e Saúde: Após a Constituição de 1988, a educação ambiental se tornou exigência constitucional. Os conteúdos de meio ambiente serão integrados ao currículo através de transversalidade, impregnando toda a prática educativa.

Mais sobre: Os Parâmetros Curriculares Nacionais e os Temas Transversais

FONTE pt.shvoong.com ›

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Psicologia do Desenvolvimento

Esta área de conhecimento da psicologia estuda o desenvolvimento do ser humano em todos os seus aspectos: físico-motor, intelectual, afetivo-emocional e social – desde o nascimento até a idade adulta.


O desenvolvimento humano

O desenvolvimento humano refere-se ao desenvolvimento mental e ao crescimento orgânico. O desenvolvimento mental é uma construção contínua. Estas são as formas de organização da atividade mental que vão-se aperfeiçoando e se solidificando até o momento em que todas elas. Algumas dessas estruturas mentais permanecem ao longo de toda a vida.

A importância do estudo do desenvolvimento humano

Esse estudo é compreender a importância do estudo do desenvolvimento humano. Estudar o desenvolvimento humano significa conhecer as características comuns de uma faixa etária. Planejar o que e como ensinar implica saber quem é o educando. Existem formas de perceber, compreender e se comportar diante do mundo, próprias de cada faixa etária.

Fatores que influenciam o desenvolvimento humano

Hereditariedade – a carga genética estabelece o potencial do indivíduo, que pode ou não desenvolver-se. A inteligência pode desenvolver-se de acordo com as condições do meio em que se encontra.
Crescimento orgânico – refere-se ao aspecto físico.
Maturação neurofisiológica – é o que torna possível determinado padrão de comportamento.
Meio – o conjunto de influências e estimulações ambientais altera os padrões de comportamento do indivíduo.

Aspectos do desenvolvimento humano

Aspecto físico-motor - refere-se ao crescimento orgânico, à maturação neurofisiológica. Ex.: A criança que leva a chupeta à boca.
Aspecto intelectual – é a capacidade de pensamento, raciocínio. Ex.: A criança de 2 anos que usa um cabo de vassoura para puxar um brinquedo que está em baixo de um móvel.
Aspecto afetivo-emocional – é o modo particular de o indivíduo integrar as suas experiências. A sexualidade faz parte desse aspecto. Ex.: A vergonha que sentimos em algumas situações.
Aspecto social – é a maneira como o indivíduo reage diante das situações que envolvem outras pessoas. Ex.: Quando em um grupo há uma criança que permanece sozinha.
Não é possível encontrar um exemplo “puro”, porque todos estes aspectos relacionam-se permanentemente.

A teoria do desenvolvimento humano de jean piaget

Este autor divide os períodos do desenvolvimento de acordo com o aparecimento de novas qualidades do pensamento.
Neste período, o que de mais importante acontece é o aparecimento da linguagem. Como decorrência do aparecimento da linguagem, o desenvolvimento do pensamento se acelera. A interação e a comunicação entre os indivíduos são as conseqüências mais evidentes da linguagem. Um dos mais relevantes é o respeito que a criança nutre pelos indivíduos que julga superiores a ela. Neste período, a maturação neurofisiológica completa-se, permitindo o desenvolvimento de novas habilidades, como a coordenação motora fina – pegar pequenos objetos com as pontas dos dedos, segurar o lápis corretamente e conseguir fazer os delicados movimentos exigidos pela escrita.

Período das operações concretas

(a infância propriamente dita – 7 a 11 ou 12 anos)
Nessa idade a criança está pronta para iniciar um processo de aprendizagem sistemática. A criança adquire uma autonomia crescente em relação ao adulto, passando a organizar seus próprios valores morais. A grupalização com o sexo oposto diminui. A criança, que no início do período ainda considerava bastante as opiniões e idéias dos adultos, no final passa a enfrentá-los.

Período das operações formais

(a adolescência – 11 ou 12 anos em diante)
É capaz de lidar com conceitos como liberdade, justiça, etc. É capaz de tirar conclusões de puras hipóteses. O alvo de sua reflexão é a sociedade, sempre analisada como possível de ser reformada e transformada. No aspecto afetivo, o adolescente vive conflitos.

Juventude: projeto de vida

A personalidade começa a se formar no final da infância, entre 8 a 12 anos. Na idade adulta não surge nenhuma nova estrutura mental, e o indivíduo caminha então para um aumento gradual do desenvolvimento cognitivo.

Texto gentilmente cedido por Juvenal Santana

FONTE: Psicologia - Brasil Escola


MATÉRIAS RELACIONADAS:

01 - Tarefas de desenvolvimento do adulto idoso

http://www.scielo.br/pdf/estpsi/v23n1/v23n1a02.pdf

02 - A VIDA ADULTA: UMA VISÃO DINÂMICA*

http://rmoura.tripod.com/vidaadult.htm

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Educação Inclusiva - Links de Artigos


01 - EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Inclusão de crianças com Síndrome de Down no ciclo I do ensino

Fundamental >http://www.unisalesiano.edu.br/encontro2009/trabalho/aceitos/CC31441044850.pdf

02 -
[HTML]
Por uma educação inclusiva para portadores de deficiência visual: um novo olhar

[HTML] de ufsm.brAF Golin, LC Bastos - Educação Especial, 2004 - coralx.ufsm.br

03 - OC] Incluir é não deixar ninguém de fora

[DOC] de ucs.b

04 - DOC] PEDAGOGIA FREIREANA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: repensando os saberes necessários à prática docente

[DOC] de senac.b

05 - PDF] a educação inclusiva na Constituição Federal de 1988

[PDF] de 132.248.9.1

06 - [HTML] Educação Especial: Inclusão de crianças especiais em salas de ensino regular

[HTML] de contabilizando.com

07 - A Formação Docente eo Paradigma da Educação Inclusiva: estudo de caso em uma Escola Municipal de Porto Alegre

[PDF] de pucrs.br

08 - O currículo prescrito para a educação inclusiva: a proposta curricular ea inclusão dos alunos com deficiência visual

[PDF] de ufsm.b

09 - [PDF] FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM EDUCAÇÃO ESPECIAL: A EXPERIÊNCIA DA UNESP–CAMPUS DE MARÍLIA–SP

[PDF] de unesp.br

10 - [PDF] A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: interfaces com a educação especial

[PDF] de ufba.br

11 - GESTÃO ESCOLAR INCLUSIVA

[PDF] de br-web.com

12 - LIVRO] Educacao Inclusiva: Cultura E Contidiano Escolar

13 - HTML] O direito à diferença nas escolas–questões sobre a inclusão escolar de pessoas com e sem deficiências

[HTML] de ufsm.b

14 - [HTML] DO PROFESSOR TRADICIONAL AO EDUCADOR ATUAL: DESEMPENHO, COMPROMISSO E QUALIFICAÇÃO

[HTML] de webartigos.com

Educação Inclusiva

EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A educação inclusiva é um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade de alunos. É uma abordagemhumanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.

INTRODUÇÃO

A Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitos-alunos, em salas de aulas comuns, em um sistema regular de ensino, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos. Práticapedagógica coletiva, multifacetada, dinâmica e flexível requer mudanças significativas na estrutura e no funcionamento das escolas, na formação humana dos professores e nas relações família-escola. Com força transformadora, a educação inclusiva aponta para uma sociedade inclusiva.

O ensino inclusivo não deve ser confundido com educação especial, a qual se apresenta numa grande variedade de formas incluindo escolas especiais, unidades pequenas e a integração das crianças com apoio especializado. O ensino especial é desde sua origem um sistema separado de educação das crianças com deficiência, fora do ensino regular, baseado na crença de que as necessidades das crianças com deficiência não podem ser supridas nas escolas regulares. Existe ensino especial em todo o mundo seja em escolas de frequência diária, internatos ou pequenas unidades ligadas à escola de ensino regular.

DEFINIÇÃO

De acordo com o Seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do Desenvolvimento (International Disability and Development Consortium - IDDC) sobre a educação inclusiva, realizado em março de 1998 em Agra, naÍndia, um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abrange a definição ampla deste conceito, nos seguintes termos:[1]

§ Reconhece que todas as crianças podem aprender;

§ Reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social, estado de saúde (i.e. HIV, TB,hemofilia, Hidrocefalia ou qualquer outra condição);

§ Permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças;

§ Faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva;

§ É um processo dinâmico que está em evolução constante;

§ Não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais.

[EDITAR]PERSPECTIVAS HISTÓRICAS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: A CAMINHO DA INCLUSÃO

Estas perspectivas históricas levam em conta a evolução do pensamento acerca das necessidades educativas especiais ao longo dos últimos cinqüenta anos, no entanto, elas não se desenvolvem simultaneamente em todos os países, e conseqüentemente retrata uma visão histórica global que não corresponde ao mesmo estágio evolutivo de cada sociedade. Estas perspectivas são descritas por Peter Clough.[2]

1. O legado psico-médico: (predominou na década de 50) vê o indivíduo como tendo de algum modo um deficit e por sua vez defende a necessidade de uma educação especial para aqueles indivíduos.

2. A resposta sociológica: (predominou na década de 60) representa a crítica ao legado psico-médico, e defende uma construção social de necessidades educativas especiais.

3. Abordagens Curriculares: (predominou na década de 70) enfatiza o papel do currículo na solução - e, para alguns escritores, eficazmente criando - dificuldades de aprendizagem.

4. Estratégias de melhoria da escola: (predominou na década de 80) enfatiza a importância da organização sistêmica detalhada na busca de educar verdadeiramente.

5. Crítica aos estudos da deficiência: (predominou na década de 90) frequentemente elaborada por agentes externos à educação, elabora uma resposta política aos efeitos do modelo exclusionista do legado psico-médico.

DIFERENÇA ENTRE O ENSINO INTEGRADO E O ENSINO INCLUSIVO

As expressões integrado e inclusivo são comumente utilizadas como se tivessem o mesmo significado. No entanto, em termos educacionais representam grandes diferenças a nível da filosofia a qual cada termo serve. O ensino integrado refere-se às crianças com deficiência aprenderem de forma eficaz quando freqüentam as escolas regulares, tendo como instrumento a qualidade do ensino. No ensino integrado, a criança é vista como sendoportadora do problema e necessitando ser adaptada aos demais estudantes. Por exemplo, se uma criança com dificuldades auditivas é integrada numa escola regular, ela pode usar um aparelho auditivo e geralmente espera-se que aprenda a falar de forma a poder pertencer ao grupo. Em contrapartida, não se espera que osprofessores e as outras crianças aprendam a língua de sinais. Em outras palavras, a integração pressupõe que a criançaproblemática se reabilite e possa ser integrada, ou não obterá sucesso. O ensino inclusivo toma por base a visão sociológica[3] de deficiência e diferença, reconhece assim que todas as crianças são diferentes, e que as escolas e sistemas de educação precisam ser transformados para atender às necessidades individuais de todos os educandos – com ou sem necessidade especial. A inclusão não significa tornar todos iguais, mas respeitar as diferenças. Isto exige a utilização de diferentes métodos para se responder às diferentes necessidades, capacidades e níveis dedesenvolvimento individuais. O ensino integrado é algumas vezes visto como um passo em direção à inclusão, no entanto sua maior limitação é que se o sistema escolar se mantiver inalterado, apenas algumas crianças serão integradas

FONTE: http://pt.wikipedia.org

PRESSUPOSTOS FILOSÓFICOS E PEDAGÓGICOS

Secretaria de Educação Especial - MEC
http://portal.mec.gov.br/seesp/
Ações, Programas, projetos, legislação, publicações sobre Educação especial e Inclusiva.

Centro de Apoio Pedagógico Especializado
http://cenp.edunet.sp.gov.br/Cape_new/cape_arquivos/default.asp
Site do CAPE da Secretaria de Educação de São Paulo/CENP que oferece suporte ao processo de inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais na Rede Estadual de Ensino.

Sites Nacionais - INEP
http://bve.cibec.inep.gov.br/ac_rap.asp?cat=22&nome=Educação%20Especial
Relação de sites e artigos sobre Educação Especial.

A nova LDB e as necessidades educativas especiais.
Júlio Romero Ferreira. In: Cad. CEDES, Set. 1998, vol.19, no.46.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-32621998000300002&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt
São analisados os dispositivos referentes à Educação Especial na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que apontam uma ação mais ligada aos sistemas e aos programas do ensino regular. Indicam-se algumas implicações e perspectivas para a área, no contexto das reformas educacionais em curso.

Educação, Direito E Cidadania
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2001/edc/edc0.htm
Programas da Série Debates – TV Escola/Um Salto para o Futuro dedicados a reflexão sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, seus fundamentos, seus princípios, a concepção de cidadania aí formulada, a educação como um dos direitos fundamentais para o exercício desta cidadania e o papel da escola como um dos agentes importantes no esclarecimento e na promoção destes direitos. Traz textos sobre Educação Inclusiva.

Banco de Escola: Educação para Todos
http://intervox.nce.ufrj.br/~elizabet/index.html
Aqui, você encontrará, entre outros temas educacionais, informações, textos e artigos sobre inclusão escolar e social de pessoas com deficiência .

A humanidade como ela é
http://www.educacional.com.br/entrevistas/entrevista0073.asp
Entrevista da jornalista e autora de livros sobre Educação Inclusiva, Claudia Werneck, que ressalta a má utilização da palavra inclusão e a prioridade que a escola deve dar a um trabalho nessa área. Aborda também a necessidade de mudanças físicas no ambiente escolar e na forma de pensar do professor para elevar sua auto-estima. Defende a capacitação de adolescentes, através do projeto "Quem cabe no seu todos?".

Educação Inclusiva
http://www.inclusao.com.br/index_.htm
Encontram-se artigos, links que tratam de Educação Inclusiva e a análise de algumas situações que auxiliam no trabalho com as crianças portadoras de necessidades especiais.

A Educação Inclusiva é atualmente um dos maiores desafios do sistema educacional. Criados na década de 70, os pressupostos da Educação Inclusiva fundamentam vários programas e projetos da educação. Nesta seção, encontram-se links de artigos, nomes de entidades, experiências educacionais, legislação, e outras referências sobre o assunto.

Sociedade Inclusiva - PUC Minas

http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/

É possível encontrar palestras sobre inclusão, uma cartilha sobre o tema, legislação e trabalhos realizados no II Seminário Internacional Sociedade Inclusiva

DECLARAÇÕES INTERNACIONAIS

Declaração de Salamanca

http://www.dhnet.org.br/direitos/sip/onu/deficiente/lex63.htm

Documento que reafirma o compromisso de "Educação Para Todos". Aborda os princípios, a política e a prática que devem nortear a inclusão de crianças, jovens e adultos com necessidades especiais, no sistema regular de ensino.

Declaração de Madri

http://www.bancodeescola.com/madri.htm

Declaração aprovada no Congresso Europeu de Pessoas com Deficiência, em março de 2002, entendendo a deficiência como uma questão de Direitos Humanos. Enumera as barreiras na sociedade que conduzem à discriminação e à exclusão social, defendendo oportunidades iguais às pessoas com deficiência

EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS

Inclusão: conhecer, agir e viver.

http://intervox.nce.ufrj.br/~elizabet/conhecer.htm

Relato de uma professora que possui deficiência visual, do Ensino Fundamental de Belo Horizonte, sobre seu trabalho junto a crianças com necessidades educacionais especiais.

Meu aluno cego.

http://www.ensino.net/novaescola/139_fev01/html/inclusao_exc1.htm

Relata a experiência de Esmeralda, diretora e ex-professora de uma escola na periferia de Salvador (BA), que, sem recursos ou instrução específica, recebe um aluno cego em sua sala de aula.

Eles se alfabetizam com a visão e a luz do coração.

http://www.ensino.net/novaescola/139_fev01/html/inclusao_exc3.htm

A matéria mostra como alunos cegos são integrados às classes com crianças em uma escola gaúcha.

Todo mundo sai ganhando.

http://www.ensino.net/novaescola/134_ago00/html/aula_exclusivo.htm

Reportagem sobre procedimentos para trabalhar a inclusão de alunos portadores de necessidades especiais, principalmente através dos esportes.

INDICAÇÃO BIBLIOGRÁFICA:

01 - Caminhos pedagógicos da inclusão

02 - Inclusão: construindo uma sociedade para todos

03 - Inclusão: um guia para educadores

04 - : A integração do aluno com deficiência na rede de ensino.

05 - Ninguém mais vai ser bonzinho, na sociedade inclusiva

06 - Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva

07 - Viver plenamente: convivendo com as dificuldades de

aprendizagem

08 - Inclusão de alunos portadores de deficiência no ensino regular paulista: recomendações internacionais e normas oficiais

09 - Visite também a página de Educação Especial

FONTE: www.crmariocovas.sp.gov.b

Dermeval Saviani, sua história e suas obras

Dermeval Saviani (Santo Antônio de Posse,25 de dezembro de 1943) é umfilósofo epedagogo brasileiro..Saviani formou-se emFilosofia pela PUC-SP em 1966 e doutorando-se em filosofia da educação na mesma instituição. Lecionou também na Universidade Federal de São Carlos e desde 1980 naUnicamp, da qual tornou-se professor emérito.

Considerado filósofo da educação e/ou pedagogo latu sensu, fundador de uma pedagogia dialética, que denominou Pedagogia Histórico-Crítica.[1]

[EDITAR]PREMIAÇÕES

§ Medalha do mérito educacional do Ministério da Educação.

§ Prêmio Zeferino Vaz de produção científica.

§ Prêmio Jabuti de 2008 na categoria Educação, Psicologia e Psicanálise com História das Idéias Pedagógicas no Brasil.

[EDITAR]OBRAS

§ Escola e Democracia, São Paulo: Cortez Autores Associados, 1986

§ Educação - Do Senso Comum a Consciência Filosófica, São Paulo: Cortez Autores Associados, 1980.

§ Ensino Público e Algumas Falas sobre Universidade, São Paulo: Cortez Autores Associados, 1985.

§ Sobre a Concepção de Politécnica Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, 1989

§ A Pós-Graduação em Educação no Brasil, Florianópolis/São Paulo: UFSC/Cortez, 2002

§ A Questão Pedagógica na Formação de Professores, Florianópolis: Endipe, 1996

§ A Nova Lei da Educação-Trajetória, Limites e Perpectivas, Campinas: Autores Associados, 1999

§ Pedagogia Histórico-Crítica, primeira aproximações, Campinas: Autores Associados, 2000

§ Política e Educação no Brasil-O Papel do Congresso Nacional na Legislação do Ensino, São Paulo, Cortez, 1987

§ Da Nova LDB ao Novo Plano Nacional de Educação-Por Uma Outra Política Educacional, Campinas, Autores Associados, 1998

Fonte: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

ENTREVISTAS E OBRAS:

01 - ENTREVISTA COM DERMEVAL SAVIANI

http://blogdojorgealmeida.blogspot.com/2009/10/entrevista-com-dermeval-saviani-sobre-o.html

02 - ENTREVISTA CONCEDIDA POR DERMEVAL SAVIANI A HELENA.HELENA DE SOUSA FREITAS,.DO JORNAL “LITERÁRIO”:http://www.fae.unicamp.br/dermeval/texto2001-7.html

03 -Fichamento do Livro – Escola e Democracia de Dermeval Saviani – Teorias Criticas

http://projetophronesis.wordpress.com/2008/12/17/fichamento-do-livro-escola-e-democracia-de-dermeva